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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011

A Arte e a Música em Portugal ficaram mais pobres...

 

  

1917-2011

Morreu o pintor Júlio Resende, aos 93  anos.        

Júlio Resende morreu dia 21 e foi a enterrar dia 22, em Valbom, Gondomar. 

A primeira exposição do artista acontece em 1946, em Lisboa, cidade onde  conhece Almada Negreiros.

Volta a viver no Porto em 1951, ano em que ganha o prémio especial na Bienal  de S. Paulo. O tema principal da sua pintura é, na altura, a gente do mar.

Professor do ensino secundário, arrecada em 1952 o Prémio da 7.ª Exposição  Contemporânea dos Artistas do Norte, ano em que também executa um fresco da  Escola Gomes Teixeira, Porto e faz investigação sobre desenho infantil.

O responsável pela ilustração da obra de Fernando Namora Retalhos da Vida de  um Médico, recebe em 1997, a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e realiza  a decoração de azulejos da estação do Metropolitano de Lisboa de Sete Rios.

O Lugar do Desenho, em Valbom, foi criado pela Fundação Júlio Resende com vista a promover o trabalho do pintor, composto por cerca de duas mil obras.

 

Júlio Resende - 1964

Produção na Oficina do Outeiro, Águeda

Porto - Pasteleira

 

Frase de Júlio Resende numa das suas entrevista:

'A vida é melhor desarrumada'

 

 

Júlio Resende - 1996    Gondomar - Praça do Souto

 

Outra perda...

(1938-2011)

Morreu o compositor José Niza

Médico, compositor, produtor e ex-deputado, José  Niza morreu hoje em Santarém, concelho onde residia. Tinha 73 anos.

 

O autor da canção
"E Depois do Adeus", José Niza, que esta noite faleceu em Santarém,
venceu quatro Festivais da Canção da RTP.

Co-fundador, em 1961, da
Orquestra Ligeira do Orfeon Académico de Coimbra - junto com José Cid, Proença
de Carvalho, Joaquim Caixeiro e Rui Ressurreição-, foi também responsável, a
partir de 1971, pela produção da editora Arnaldo Trindade Lda.. (Discos Orfeu).

Além de compositor, José Niza Antunes Mendes, mais conhecido como José Niza, era
médico, produtor e político.

Deputado em muitas legislaturas, colaborou em diversas iniciativas e diplomas legislativos tais
como o Código dos Direitos de Autor e Direitos Conexos, Lei de Protecção da Música
Portuguesa, e Redução do Imposto sobre Importação de Instrumentos musicais.

Foi, ainda, presidente da Assembleia Municipal de Santarém, concelho onde residia e veio a falecer.

 

"E Depois do Adeus" (música José Calvário, letra de José Niza e interpretação de Paulo
de Carvalho), a sua canção mais famosa, representou Portugal no Festival da
Eurovisão em março de 1974. Um mês depois servia de senha para os
"capitães de Abril" e marcaria o início da Revolução dos Cravos

 

FC 1974: Paulo de Carvalho - "E Depois Do Adeus"

Morre o homem... ficam as suas OBRAS.


publicado por SAMY às 14:02

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